No acordão de nove anos atrás, mantido pelos ministros do STJ, o desembargador Luís Carlos Xavier escreveu que “através dos documentos mencionados, verifica-se a inexistência de qualquer prejuízo aos pescadores, que receberam as indenizações a que fazem jus, independentemente de desavenças e manipulações existentes entre advogados atuantes nas ações ajuizadas e outros, que maliciosamente buscavam angariar o patrocínio das causas já na fase final, ou seja, de cumprimento de sentença e consequente levantamento de valores”.
- 24.07.2025
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